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Opinião / Especialistas
AP
Adalmiro Andrade Pereira

Grau académico: Doutor

Profissão: Docente no ISCAP/IPP


AC
Ana Sofia Carvalho

Grau académico: Mestre

Profissão: Docente do Ensino Superior na FDUP


AO
Andreia Oliveira

Grau académico: Licenciada

Profissão: Contabilista Certificada, ROC e Assistant Manager


AM
Armando Faria Menezes

Grau académico: Mestre

Profissão: Consultor e Técnico de Administração Tributária (aposentado)


AT
Armando Jorge de Almeida Tavares

Grau académico: Mestre

Profissão: Contabilista Certificado e ROC


AA
Avelino Azevedo Antão

Grau académico: Mestre

Profissão: Professor Adjunto no ISCA-UA, ROC e Contabilista Certificado


BP
Bruno Miranda Alves Pereira

Grau académico: Licenciado

Profissão: Especialista em Contabilidade Financeira, Docente no ISPAB e Subdiretor da RPC


CL
Carla Loureiro

Grau académico: Licenciada

Profissão: Contabilista Certificada


CS
Carlos Pires da Silva

Grau académico: Licenciado

Profissão: Economista, Professor universitário e Partner da I.F.


HO
Helena Maria da Costa Oliveira

Grau académico: Mestre

Profissão: Professora no ISCAP


JM
João Paulo Mendes Marques

Grau académico: Licenciado

Profissão: ROC e Contabilista Certificado


JS
Joaquim Miranda Sarmento

Grau académico: Doutor

Profissão: Professor Auxiliar do ISEG/Universidade de Lisboa


JA
José de Campos Amorim

Grau académico: Doutor

Profissão: Professor Coordenador do ISCAP


NM
Nuno Edgar Balacó Moreira

Grau académico: Licenciado

Profissão: Inspetor Tributário da AT e Vice-Presidente do STI


PA
Patrícia Anjos Azevedo

Grau académico: Doutora

Profissão: Docente no IPMAIA/ISMAI e no ISCAP/IPP


RC
Rui Araújo Correia

Grau académico: Licenciado

Profissão: Diretor Editorial, Economista, Consultor, Partner da I.F., e Contabilista Certificado


SC
Sandra Correia

Grau académico: Mestre

Profissão: Economista, Assistente Convidada no ISMAI, Consultora e Partner da I.F.


Opinião / Artigos

No artigo anterior analisamos as motivações e consequências das Fusões e Aquisições (F&A). Mas, para além das motivações, é importante conhecer as suas implicações, designadamente perceber se as operações de F&A criam ou destroem valor para as empresas envolvidas; e quais os sócios/acionistas que beneficiam mais com essas operações (os da empresa alvo ou os da empresa adquirente).

O Orçamento do Estado de 2017 parte de um cenário macroeconómico que aponta para um crescimento real do PIB de 1,5%, o que compara com um crescimento estimado de 1,2% em 2016. Tal crescimento deverá resultar das contribuições da procura interna (1,3%) e da procura externa líquida (0,2%), as quais se deverão fixar, em 2016, em 1,3% e -0,1%, respetivamente.

No âmbito das medidas tendentes a promover a capitalização das empresas nacionais, constantes do Programa Capitalizar aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 42/2016, de 18 de agosto, e no seguimento da autorização legislativa concedida pelo artigo 141.º da Lei n.º 7-A/2016 de 30 de março - OE 2016, o Governo decidiu recuperar a figura da “reavaliação fiscal”, através do Decreto-Lei n.º 66/2016 de 3 de novembro.

Nos últimos anos, e de acordo com os dados dos relatórios da TTR, o mercado de fusões e aquisições em Portugal tem-se revelado cada vez mais dinâmico. Este é, assim, um tema que se revela cada vez mais importante não só para as grandes empresas, mas também para as PME. Neste artigo serão analisadas as motivações e consequências das fusões e aquisições.

À semelhança dos regimes anteriormente concebidos e no sentido de relançar a economia portuguesa e também recuperar parte das dívidas acumuladas, foi aprovado pelo Governo o Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado, consubstanciado no Decreto-Lei n.º 67/2016, de 3 de novembro, que entrou em vigor no dia seguinte à respetiva publicação.

Em artigo anterior, foi analisado o modelo de valorização dos prédios urbanos para efeitos tributários (A valorização dos imóveis no CIMI - uma tarefa complexa), pretendendo-se agora determinar as suas consequências em termos de tributação efetiva da propriedade.

Até ao final deste mês de outubro é possível exercer a opção pelo regime do IVA de caixa, pelos sujeitos passivos que estiverem nas condições exigidas pelo Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio, e para quem este regime seja financeiramente mais favorável.

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